"Nasci em nove de novembro de 2005, no meio da manhã de uma quarta-feira. Quem escreve aqui por mim é a minha mãe, por enquanto, que achou legal eu contar o que eu estou sentindo, vendo, descobrindo, inclusive desde um pouco antes de eu estrear neste mundão"

20 de nov de 2009

Na vida tudo passa...o q continua é o imenso amor pelo filho!

A gravidez é um momento delicado em que precisamos de muito apoio e compreensão. Já é difícil quando temos ao nosso lado o pai do bebê, nos dando carinho e apoio. Quando não temos isso se torna mais difícil. Mais difícil ainda é quando nos descobrimos grávidas. Além da dificuldade de pensar em como contar, vêm inseguranças de como encarar uma gravidez sozinha, o medo. Quantas de nós já não passou por isso? Acho que está cada vez mais comum pais que não assumem os filhos e os deixam por conta da mãe. Acho admirável quando vejo um pai participante, que participa de toda a gravidez (mesmo não sendo casado com a mãe), que assume os cuidados com a mãe e com o bebê que está chegando, mas isso não é o comum. Quando nos deparamos com uma gravidez inesperada, em um primeiro momento, a descoberta é um susto. depois vêm a aceitação e a alegria. Susto por pensar nas responsabilidades, em como dar conta de tudo sozinha e nas despesas também. Criar um filho custa caro. Lógico que cada um procura fazer da melhor maneira possível de acordo com suas possibilidades. Nunca conheci uma mãe ou um pai que não deseje sempre o melhor para os filhos. Depois de descobrir a gravidez, comunicar ao pai e aceitar o fato de assumir o bebê sozinha, o próximo passo é curtir muito os chutinhos, cuidar para que tudo corra bem e escolher o enxoval....depois dos chutinhos, essa é a melhor parte! É claro que ocorrem os momentos em que questionamos o por quê de estar passando por tudo aquilo e nos sentimos a última das mortais, mas isso é algo rápido, que dura pouco e quando passa, nem lembramos mais. Muito desses momentos se deve ao próprio estado. Se não puder ter o pai por perto, esteja próxima da família (se a tiver por perto) e dos amigos. Se mantenha próxima dos bons amigos, isso fará toda a diferença. Deixe que as pessoas queridas participem da gravidez. Quando esperava meu filho 4 anos atras, poucas vezes o pai me acompanhou nas consultas (e foi somente isso que fez), não ajudou com o enxoval e com nenhum gasto, e também não sentiu os chutes de nosso filho. E quem perdeu com isso? Certamente não fui eu! Curti as festas na barriga que ele fazia todas as noites e sonhava com o dia do seu nascimento, quando finalmente pdoeria conhecer seu rostinho e abraçá-lo. Saber o sexo do bebê é muito legal quando se quer fazer o enxoval em cores mais definidas do que os tons pastel, mas há quem curta a surpresa de saber somente no dia. Curta ao máximo sua gravidez, porque passa muito rápido. Os chutinhos, as reãções do bebê, a escolha do enxoval, as consultas (sua ginecologista nunca mais deixará de ser uma pessoa próxima e muito especial), a arrumação do quarto, seus amigos, colegas de trabalho. Depois que o bebê nascer, verá que mesmo com todas as dificuldades, não há nada melhor que ser mãe e poder olhar o rostinho desse serzinho que você colocou no mundo e é tudo na sua vida. E depois de tudo isso, não haverá nunca mais alguém tão próximo como esse filho que você assumiu sozinha, mesmo com todas as dificuldades. Não há nada mais gratificante que olhar para o nosso bebê e ver nos olhos dele o tamanho do amor que sentem por nós. Por isso, se você se encontra nessa situação hoje, força! Tudo passa! As dificuldades de hoje servirão para te fazer cada dia mais forte e tenha e certeza de que você sempre será o maior exemplo de amor e força para o seu filho.

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