"Nasci em nove de novembro de 2005, no meio da manhã de uma quarta-feira. Quem escreve aqui por mim é a minha mãe, por enquanto, que achou legal eu contar o que eu estou sentindo, vendo, descobrindo, inclusive desde um pouco antes de eu estrear neste mundão"

3 de dez de 2010

5 anos do meu Pedro

Sim, todo ano eu quero a mesma coisa: que o tempo pare!

Eu sempre tenho a sensação de estar vivendo a fase mais legal do meu filho e a cada dia me surpreendo. Mas não é uma surpresa desejada, eu tenho medinho do futuro, só que a cada nova conquista, a cada letrinha nova que ele conhece, a cada comentário engraçado, dá vontade de que o dia de amanhã chegue mais rápido.
Ele já escolhe o que quer comer e escolhe até. Sabe o que quer vestir, mas se eu deixar ele quer usar regata em pleno inverno, porque ele não tem o menor juízo. E é tão bonitinho ver que 5 anos ainda é uma idade de profunda inocência. De total liberdade, de achar que o mundo foi feito para brincar, de ter certeza que dormir é uma imensa perda de tempo.
Fazem 5 anos que eu dedico minha vida a uma pessoa, que é um pedaço de mim, o meu filho Pedro. Não há presente, festa ou viagem que demonstre o tamanho do meu amor e do meu desejo em te ver feliz, meu filho. Simplesmente feliz.

9 de nov de 2010

Hoje...  5 aninhos do Pedro Lucas
                  E a festa continua dia 12/12
Falta...

7 de nov de 2010

dias  agora

6 de nov de 2010

Contagem Regressiva
faltam...

dias
Para os 5 anos  do Pedro Lucas
                   
Comigo foi assim...Mas 5 anos se passaram, Pedro cresceu e eu aprendi muita coisa boa!

Ser mãe  é o mesmo que crescer e amadurecer em escala geométrica. E esse desenvolvimento começou para mim a partir do momento em que o exame de gravidez deu positivo. Afinal, ali começava uma jornada em que eu, com 22 anos de idade, começava a gerar uma outra vida dentro de mim. Meu primeiro pensamento: por que aconteceu comigo? Afinal, estava começando minha vida profissional, ficando apenas, em plena época das baladas. Ou seja, não imaginava que uma gravidez ocorreria naquele momento de minha vida.
E quanto aos protagonistas da história? Eu, com 22 e o pai com 21, vivendo momentos de inúmeras dúvidas, afinal ser pai e mãe significa, entre outras coisas, educar, preparar aquele pequeno ser para uma vida, ou seja, uma tarefa muito séria. E isso assusta, pois éramos dois jovens , começando a vida. Acredito que ainda nem nos conhecíamos o suficiente como casal e naquele momento nos víamos no papel de pais. Tudo por causa de uns remedinhos que eu esqueci... E eu, na ingenuidade, não fiquei preocupada, afinal na semana seguinte tudo acabaria bem... Me enganei... Um dia nada, no outro também. E daí tudo começou...
Começaram a partir daí os questionamentos, as dúvidas, o medo e a insegurança. Como contar para as pessoas? Será que eu iria sofrer algum tipo de discriminação? Se bem que eu nunca me preocupei com o que as pessoas iriam falar. Mas percebia que eu chamava atenção em todos os lugares em que ia, ao consultório do meu médico (sim, também começavam os inúmeros exames, consultas). Confesso que não foi fácil me adaptar nos nove meses de gravidez, pois mesmo com o apoio dos amigos, havia sempre aqueles que faziam comentários. Mas em nenhum momento pensei em interromper a gravidez. Assumi meu papel de mãe e assim teria que ser
O sentimento de gerar uma vida é uma experiência única. Seu filho mexendo, os chutes, o coração batendo no ultra-som... Os nove meses são recheados de surpresas, umas boas, outras nem tanto. Um fato, que ficou muito marcado na minha memória foram os exames de ultra-som, pois sempre tinha a sensação de estar sempre abraçada por meu filho,talvez pela maneira que ele entrelaçava as mãozinhas na minha barriga.
 E, eis que no mês de novembro do ano de 2005, meu filho chegou... O nascimento foi muito emocionante. Ver a carinha de um ser que viveu dentro de você, é mágico. Confesso que os primeiros dias, chorei diversas vezes, vivendo a contradição de ter alguém tão dependente e ligado a mim e torná-lo um ser seguro e independente. O amor que sinto não consigo explicar, acredito que só quem é mãe pode entender... Agora, eram diferentes. Eu não estava mais sozinha, pois além de mim, tinha mais pessoa para cuidar... E é uma surpresa atrás da outra. Cuidar do filho, estudar enquanto amamenta, não dormir a noite nem de dia... Isso é ser mãe.
Nesses Cinco anos aprendi que a partir do momento em que seu filho nasce, nossa vida divide-se em dois. Pois, por muitas vezes esqueço de mim mesma e passo a viver para meu filho. Amadureci em todos os sentidos. E pretendo proporcionar o melhor para o futuro do meu filho e isso vai me fazer batalhar muito. Recebi muito amor de meus pais e é dessa forma que pretendo educar meu filho. E, olhando para trás, não faria nada diferente do que fiz. A vida me colocou meu filho no meu caminho para me transformar numa pessoa melhor de todas as maneiras. Hoje vivo para ele...
Hoje,não penso em ter outros filhos, já que não é fácil criar e educar uma criança. Mas, como conselho às mulheres que no momento se vêem no mesmo papel: não se deixe abater, siga seu instinto materno e saiba que cada sorriso de seu filho é uma grande e eterna recompensa, pois sempre me diziam que, quando meu filho nascesse, a vida nunca seria a mesma. Concordo plenamente, pois alegria que tenho hoje é imensa.

Pedro Lucas com 2 dias

          
Existem diferenças sim!Na idade,no tamanho,no jeito dele!Não no amor que sinto por esse meu pequeno,mas já notável em suas escolhas!


Pedro Lucas com quase 5 anos

21 de out de 2010

PARA QUEM É PAI/MÃE E PARA AQUELES QUE O SERÃO...



Há um período em que os pais vão ficando órfãos dos seus próprios filhos.
É que as crianças crescem independentes de nós, como árvores tagarelas e pássaros estabanados. Crescem sem pedir licença à vida.
Crescem com uma estridência alegre e, às vezes, com alardeada arrogância.Mas não crescem todos os dias de igual maneira. Crescem de repente.
Um dia sentam-se perto de você no terraço e dizem uma frase com tal maturidade que você sente que não pode mais trocar as fraldas daquela criatura.
Onde é que andou crescendo aquela danadinha que você não percebeu?
Cadê a pazinha de brincar na areia, as festinhas de
aniversário com palhaços e o primeiro uniforme do Maternal?
A criança está crescendo num ritual de obediência orgânica e desobediência civil. E você está agora ali, na porta da discoteca, esperando que ela não apenas cresça, mas apareça!
Ali estão muitos pais ao volante, esperando que eles saiam esfuziantes sobre patins e cabelos longos, soltos. Entre hambúrgueres e refrigerantes nas esquinas, lá estão nossos filhos com o uniforme de sua geração: incômodas mochilas da moda nos ombros.
Ali estamos, com os cabelos esbranquiçados.
Esses são os filhos que conseguimos gerar e amar, apesar dos golpes dos ventos, das colheitas,das notícias, e da ditadura das horas.
E eles crescem meio amestrados, observando e aprendendo com nossos acertos e erros. Principalmente com os erros que esperamos que não repitam.
Há um período em que os pais vão ficando um pouco órfãos dos próprios filhos. Não mais os pegaremos nas portas das discotecas e das festas.
Passou o tempo do ballet, do inglês, da natação e do judô.
Saíram do banco de trás e passaram para o volante de suas próprias vidas.
Deveríamos ter ido mais à cama deles ao anoitecer para ouvir sua alma respirando conversas e confidências entre os lençóis da infância, e os
adolescentes cobertores daquele quarto cheio de adesivos, pôsteres, agendas coloridas e discos ensurdecedores.
Não os levamos suficientemente ao Playcenter, ao Shopping, não lhes demos suficientes hambúrgueres e cocas, não lhes compramos todos os sorvetes e roupas que gostaríamos de ter comprado.
Eles cresceram sem que esgotássemos neles todo o nosso afeto.
No princípio subiam a serra ou iam à casa de praia entre embrulhos, bolachas, engarrafamentos, natais, páscoas, piscina e amiguinhos.
Sim, havia as brigas dentro do carro, a disputa pela janela, os pedidos de chicletes e cantorias sem fim. Depois chegou o tempo em que viajar com os pais começou a ser um esforço, um sofrimento, pois era
impossível deixar a turma e os primeiros namorados.
Os pais ficaram exilados dos filhos. Tinham a solidão que sempre desejaram, mas, de repente, morriam de saudades daquelas "pestes".
Chega o momento em que só nos resta ficar de longe torcendo e rezando muito (nessa hora, se a gente tinha desaprendido, reaprende a rezar) para que eles acertem nas escolhas em busca de felicidade.
E que a conquistem do modo mais completo possível.
O jeito é esperar: qualquer hora podem nos dar netos. O neto é a hora do carinho ocioso e estocado, não exercido nos próprios filhos e que não pode morrer conosco.
Por isso os avós são tão desmesurados e distribuem tão incontrolável carinho.
Os netos são a última oportunidade de reeditar o nosso afeto. Por isso é necessário fazeralguma coisa a mais, antes que eles cresçam.


"Aprendemos a ser filhos depois que somos pais. Só aprendemos a ser pais depois que somos avós..."(Affonso Romano de Sant'Anna
Por este garotinho ai viverei tudo isso...








Dia da Criança!

Ser criança é sempre ver o lado positivo da vida.



É ter a imaginação fértil, é gostar de ver televisão, é correr, é brincar.


Ser criança é não se preocupar com o dia seguinte, é não ter contas para pagar.


Ser criança é criar um mundo só seu, sem defeitos, com muita guloseima e muitos bichinhos de estimação.


Ser criança é chegar do colégio e jogar as meias e a mochila em qualquer lugar e não se importar muito com a bronca dos pais.


Ser criança é comer pipoca, é levantar tarde, é lambuzar a cara comendo chocolate, é tirar meleca do nariz sem se importar com ninguém, é falar errado, é rir, rir alto, é cantar, é ver o céu sempre azul, é estar sempre com as roupas sujas, é querer comer sempre no McDonald´s, é viver cada minutinho de sua vida aproveitando o que ela tem de melhor.



Ser criança é ter medo do bicho-papão, é correr e se esconder atrás das portas, é esperar pelo presente do Papai Noel ... ser criança, é uma brincadeira sem fim.


Ser criança, é depois de um dia atarefado, deitar no colinho dos pais e adormecer, feito um anjinho, tendo a certeza de que eles sempre estarão ali do seu lado, para protegê-la e amá-la e ainda acreditar que o outro dia será sempre melhor que o anterior

18 de set de 2010

Semana Farroupilha!

""Eu venho de um lugar onde se ouve os velhos, se acredita nos jovens e se respeita o eterno..Eu sou Riog randense, eu sou Gaúcho!!!""...talvez quando escute, os gritos da pampa... ...n’alguma ilusão... ...limite o silêncio... Fazendo fronteiras na paz de um galpão.”



                                     Eu sou Gaúcho!

3 de set de 2010

A espera da Semana Farroupilha,tchêe

E fez-se o Pampa, e Deus, com sua infinita bondade e sabedoria, colocou sobre este sonho verde um ser forte, que de peito aberto, fé e coragem, desbravou a terra e a transformou num país de sua gente. A este ser imponente, Deus deu o nome de...               Gaúcho

28 de ago de 2010

Felicidade...é ser mãe deste garoto lindo!


Claro mãe é sempre suspeita pra falar do próprio filho,mas eu nunca perco a modéstia quando o assunto é o Pedrinho.Meu filho lindo,amado,inteligente,meu principe,meu herói como ele mesmo diz!Meu companheiro de todas as horas ,aquela pessoinha que sabe tud ode mim e eu tudo dele...Eis aqui o herói que muita mãe por aí queria ter:

8 de ago de 2010

Dia das Pais...vovô merece meu abraço!

Vô...
A vc que não me deu a vida,mas está me ensinando a vivê-la com dignidade
não bastaria um obrigado.
A vc que ilumina meus caminhos me mostrando o certoque ainda não sei
me ajudando a não ter medo e me mostrando um caminho cheio de esperanças
não bastaria um muito obrigado.
A vc que se doa inteiro,não deixando que nada de mal me aconteça
Não bastaria um muitíssimo obrigado!
A vc que está sempre junto a minha mãe ajudando no que precisamos,agradecemos a vc sempre!
Então vô te digo com muita emoção,te amo muito!

7 de ago de 2010

Tal Mãe, Tal Filha...

Escrever sobre ser  mãe foi para mim uma viagem interior.
Em alguns momentos vi a filha que fui e em outros a mãe que sou hoje.
Lembrei-me de que, quando era adolescente, dizia que jamais seria igual à minha mãe. Esta era a minha frase predileta e a de muitas adolescentes iguais a mim.
Tínhamos horror daquele jeito antigo que elas tinham de ser e continuávamos firmes em nossa convicção de que, quando nos tornássemos mães, seríamos totalmente diferentes das nossas.
De filhas passamos a ser mães e com a chegada do nosso primeiro filho, nossa primeira atitude foi a de recorrermos àquela senhora "quadrada", "antiga", "chantagista"e graças a Deus nossa MÃE.
E assim, fomos obrigadas a admitir que em muitas coisas elas estavam certas.
Dizem que ser mãe é doar-se sem esperar nada em troca, puro engano!
Nós, mães esperamos sim um retorno por tudo que fizemos pelos nossos filhos. Esperamos que eles nos amem também, que nos retornem os beijos e abraços que nunca cansamos de dar-lhes:que retornem nosso investimento,sendo independentes e responsáveis.
Acham que estou pedindo muito? Não, na verdade isto é pouco tendo em vista as cobranças que caem sobre nossas costas de mães.
E, aproveito a oportunidade para alertar os filhos de que nós mães, não somos de FERRO, nem INESGOTÁVEIS.
Também precisamos de atenção, de carinho, de amor,de colo, de um "bom dia"mais afetuoso, de um beijo inesperado.
Também precisamos abastecer nosso reservatório afetivo. Ter filhos é o ponto de reencontro com nossas mães, o recomeço, enfim a retomada do fio da meada que perdemos nos descaminhos de nossas vidas.
Ontem nossas mães se preocupavam conosco porque queríamos brincar nas ruas, hoje nos preocupamos com nossos filhos porque eles não desgrudam da tv,do computador.
Ontem nossas mães se preocupavam com nossa reputação de boas moças,hoje temos que aceitar que nossos filhos não namoram,"FICAM".
Ontem nossas mães se preocupavam com os cigarros, hoje tememos o envolvimento dos nossos filhos com a maconha, cocaína e o crack. Antigamente, baseadas num modelo rígido de educação, todas as mães seguiam a mesma cartilha.
Atualmente, ficamos atônitas por tantas mudanças, lidamos com situações novas a cada dia, sem termos um modelo a seguir e nem experiência nas quais possamos nos apoiar.
Realmente, ser mãe nunca foi fácil, mas parece que a cada dia que se passa, esta tarefa se torna cada vez mais difícil. Ao ver minha filho pequeno dizer que sou chata, aceito e deixo-a em sua ingenuidade acreditar nisso, pois só quando ela estiver com seu filho nos braços e o coração cheio de amor é que perceberá o quanto está enganado... Eu AGUARDO!!!

Mas de quem é essa pessoinha linda?

Dizem que quando nossos filhos crescem eles criam asas e voam...Concordo plenamente com isso!Errado seria se ter os filhos achando que serão pra gente a vida toda.Engana-se quem pensa assim!E decepciona-se também,qdo aparece a primeira namoradinha e "leva da gente".Na verdade não leva,mas acabamos ganhando uma filha  ou um filho a mais isso sim.Mas p mim que tenho meu pequeno de apenas 4 anos e 9 meses,a resposta que caberia a esta pergunta seria exatamente esta:
       
                     Mas de quem é essa pessoinha linda?
                       Por enquanto é da mamãe!

            Fotos da pessoinha linda!

20 de jul de 2010

16 de jul de 2010

Um menino ,um garoto...já se define a personalidade de Pedro!

Desde que nasceu já percebi os traços que mais marcavam:birra ,insistência por determinadas coisas e opinião em tudo que gostava ou não.Hoje com quase 5 anos vejo claramente o menino que tenho em casa.Personalidade forte,humor inconstante,teimosia para suas decisões e pq naum dizer um garoto que sabe se impor.Mas também o lado doce,amoroso,cuidadoso e preocupado já é visivelmente claro.Fico me perguntando...Será este o homem Pedro Lucas do futuro?Com opiniões formadas,palavras sempre prontas para uma resposta,sonhos elaborados para o futuro,apaixonados por carros,gostos difíceis e  muitas vezes estranhos ou as vezes simplesmente uma criança normal,com birras,teimosias e travessuras..Este é o Pedrinho !Meu amor,minha vida,meu porto seguro,meu tesouro,meu filho que tanto amo!

23 de jun de 2010

Amor da minha vida...


Meu filho

Tão menino, tão criança
O meu céu, minha esperança
Meu motivo de canção
Você que enfeitou meu paraíso

Que deu vida ao meu sorriso
É só teu meu coração
Meu filho,

Meu amigo verdadeiro
Meu pequeno companheiro
Eu preciso de você
Meu filho,
Meu amor, meu pensamento
Minha vida, meu momento
Meu motivo de viver
A minha vida era tão vazia

Mas depois daquele dia
Tudo se modificou
Você surgiu e trouxe a alegria
A paz que eu tanto queria
Encontrei só em você

14 de jun de 2010

Lindo esse scrap!Foi dinda Glaci q enviou!


                          Obrigado dinda!Muito lindo achei...

9 de jun de 2010

Desenhos lindos...

                                      AQUARELA                                                                                                                                                                     Numa folha qualquer eu desenho um sol amarelo
e com cinco ou seis retas é fácil fazer um castelo.
corro o lápis em torno da mão e me dou uma luva,
e se faço chover, com dois riscos tenho um guarda-chuva.

Se um pinguinho de tinta cai num pedacinho azul do papel,
num instante imagino uma linda gaivota a voar no céu.
vai voando, contornando a imensa curva norte e sul,
vou com ela, viajando, havai, pequim ou istambul.
pinto um barco a vela branco, navegando, é tanto céu e mar num beijo azul.
Entre as nuvens vem surgindo um lindo avião rosa e grená.
tudo em volta colorindo, com suas luzes a piscar.
basta imaginar e ele está partindo, sereno, indo,
e se a gente quiser ele vai pousar.
Numa folha qualquer eu desenho um navio de partida
com alguns bons amigos bebendo de bem com a vida.
de uma américa a outra consigo passar num segundo,
giro um simples compasso e num círculo eu faço o mundo.
Um menino caminha e caminhando chega no muro
e ali logo em frente, a esperar pela gente, o futuro está.
e o futuro é uma astronave que tentamos pilotar,
não tem tempo nem piedade, nem tem hora de chegar.
sem pedir licença muda nossa vida, depois convida a rir ou chorar.
Nessa estrada não nos cabe conhecer ou ver o que virá.
o fim dela ninguém sabe bem ao certo onde vai dar.
vamos todos numa linda passarela
de uma aquarela que um dia, enfim, descolorirá.
Numa folha qualquer eu desenho um sol amarelo (que descolorirá).
e com cinco ou seis retas é fácil fazer um castelo (que descolorirá).
giro um simples compasso e num círculo eu faço o mundo (que descolorirá).                                                                                                                                                                                                                     

25 de mai de 2010

Engraçado aquela frase..ser mãe é padecer no paraíso!

Desde pequena, achava muito estranha aquela frase: “Ser mãe é padecer no paraíso”!. E essa palavra “padecer” sempre me intrigou e sempre achei muito feia. Sempre sonhei e imaginei como seria minha vida como mãe. Um dia, o momento chegou. Quando descobri que estava gravida t”, tudo mudou completamente na minha vida. Foi um divisor de águas. Minha vida antes e depois de ser mãe. Toda a luta, todo o esforço, toda a vontade de viver bem e fazer desse mundo um lugar melhor. O sentido da vida se tornou claro pra mim naquele momento. E agora, estou aqui padecendo no paraíso, com meu “anjinho


Somente quando nos tornamos mães, aprendemos a amar incondicionalmente. Quando me tornei mãe, enxerguei minha mãe com outros olhos e percebi quantas mães existiam dentro dela. Percebi que ela tem um currículo de causar inveja a muita mulher com MBA, apesar de ter concluído o segundo grau com supletivo. Minha mãe sempre foi uma ótima psicóloga, descobria com o olhar se algo ia errado em nossas vidas. Era também excelente enfermeira, especializada em curar joelhos ralados. Advogada de primeira, sempre pronta a defender suas crias. Educadora sempre. Diplomata com grande sabedoria, sempre resolvia pacificamente meus conflitos com minha irmã. Médica honrada sabia qual o melhor remédio para nossas dores, mesmo sendo apenas dores da alma. Ela também era uma fantástica decoradora, sempre tinha um lugar especial para pendurar os quadrinhos que pintávamos na escola, as esculturas de argila, meio sem forma, que trazíamos orgulhosos da aula de educação artística. Sem falar nas toneladas de desenhos, arquivados. Mais recentemente descobri que é uma ótima Publicitária, adora fazer propaganda das filhas. Sem contar nas suas outras acumuladas funções: cozinheira, lavadeira, passadeira, etc.

Hoje me pego nas mesmas funções, exercendo os mesmos papéis. Deixando meu instinto de mãe falar mais alto. Hoje descobri que só aprendemos a ser filhos quando nos tornamos pais. Hoje meu currículo também começa a se tornar invejável. Mãe: período integral. Independente do que faço, meu trabalho, meu estudo, meu lazer, nada substitui o prazer, o privilégio e a maior função que podemos acumular: Ser mãe!

Ser mãe é ter que ver histórinhas em vez das novelas em um,e ter que levantar em um domingo bem cedo pra levar o filho pra um jogo de futebol ,ter que cumprir com o que prometeu, SER MÃE e um privilégio de Deus, é amar sem precisar dizer, é amar sem querer nada em troca.
         Ser mãe...é tudo isso...
Ser mãe, é algo divino sem explicação, é um sentimento muito lindo que nos invade sem limites, um sentimento eterno que nos faz virar uma protetora incondicional.
É você amar alguém intensamente, mesmo sem ter visto o rostinho ou ter tocado nesse serzinho que você carrega em seu ventre e que ainda não lhe foi apresentado, mas que você já tem grande amor por ele.
Ser mãe, é você esperar nove meses por uma pessoinha, com a certeza que ela veio parta te fazer muito, muito feliz. É você vibrar há cada sorriso, há cada gesto novo que essa pessoinha virá a fazer, que para você será um momento mágico, será uma vitória para ele e para você, pois você fez parte desse instante.
Ser mãe, é você ficar admirando o sono de seu filho(a) e imaginando como será o seu futuro, e com os olhos cheio de lágrimas, você reza nesse momento para que tudo de certo em sua vida, e você sabe que essa pessoinha nem sempre vai poder estar bem protegida nos teus braços, por que em algum momento de sua vida ele terá que seguir sua vida e aprender a andar com suas próprias pernas.
Em fim! Ser mãe, é agradecer há Deus todos os dias, por ele ter dado a nós o dom divino de gerarmos o ser que nos fará a pessoa mais feliz do mundo e nós transformar nessa pessoa maravilhosa que é “mãe” palavra tão pequena com significado infinito.

E eu agradeço por tudo isso,todos os dias da minha vida!

21 de mai de 2010

Mãe é um bicho esquisito....

Já estou na fase de começar a ficar órfã do filho. A cada independência conquistada pelo pequeno, já dá uma saudade da dependência que ele tinha de mim… Mãe é um bicho difícil de se entender mesmo.

Primeiro, a gente fica torcendo pra que eles fiquem mais independentes logo:pra que a gente possa dormir melhor (seis horas seguidas de sono é uma alegria…), pra que a gente possa tomar banho descansada (e não mais em 5 minutos) ou para retomar as tão prazerosas práticas de lazer (mesmo que em frequência bem mor)…
E, num piscar de olhos, chegou a hora.
Primeiro, ele declara a independência na hora de ir ao banheiro sozinho…
- Não precisa de nenhuma ajudinha, aí? - tenta a mãe.
- Não, eu consigo sozinho - é a resposta.Depois, chega a hora de escovar os dentes sozinho.
- Mas, mãe, eu já aprendi na escola como é com as tias de branco… Não precisa mais ninguém me mostrar.
Um pouco mais adiante e chega a hora da independência na hora de tomar banho ou de trocar a roupa… E não escapamos das surpresas…

- Pedro, tu colocou a cueca virada hoje… - comentei dias desses, ao flagrá-lo tirando a calça hoje.
Rimos muito juntos, e ele disse:
- Botei tão rápido que nem vi, mãe…
Ele ainda não fez 5 anos, e já estou com saudade do meu bebê… Mas não dá pra reclamar, e só confesso isso aqui porque ele não lê o blog ainda…
Apesar de comemorar intensamente cada conquista do meu guri - e incentivar cada uma delas, uma saudade me toma…
Saudade da época em que ele dependia totalmente de mim pra tudo… e dos tempos em que eu podia protegê-lo de tudo e de todos dentro de mim…
Mãe é um bicho esquisito mesmo. O meu consolo é que não estou só.

16 de mai de 2010

O QUE SÃO MENINOS?

.meninos existem de todos os tamanhos, pesos, cores.

.para todo lado que se olhe, lá estão eles.

.empinando pipas, correndo atrás de bolas.
.caçoando das meninas.
.sujando roupas.


.meninos amam...
.doces.
.histórias em quadrinhos.
.super heróis.
.água. (exceto a do banho)
.carrinhos, trens e aviões.


.meninos detestam...


.livros sem figuras.
.musicas que não se dança.
.silêncio.
.hora de dormir.
.as mães os adoram.
.as irmãs tem ciúme.
o céu os protege.
.meninos são a verdade de cara suja
.a sabedoria com os cabelos desgrenhados.
.a esperança estampada.
.a energia renovada.
. a curiosidade aflorada.
. a simplicidade escancarada.



.meninos são únicos.
. na arte da descoberta.
.no poder da criatividade..nas asas da imaginação.

.um cordão vira brinquedo.
.uma caixa de papelão um carro.
.uma moeda um tesouro.
.meninos são criaturas mágicas.
.você pode deixá-los no quarto.
. mas eles jamais te deixam.
.você pode pedir silencio.
. mas um riso vai invadir.
Meu menino é assim...
...seu sorriso franco e sua incrível capacidade de amar...
... simplesmente alimenta minha vida.

DE QUE MATÉRIA SÃO FEITAS AS MÃES?


o universo materno é muito mais amplo do que a definição de colocar um filho no mundo.

.para ser mãe, é necessário a consciência de que sua vida estará para sempre ligada a outra... por um cordão muito mais subsistente que o umbilical...
... pelo cordão da vida...
.assim, ser mãe, é a busca constante de ser melhor, semeando nos filhos, algo vivo, verdadeiro.
.valores, princípios, caráter...
.coisas muitas vezes impalpável.
.muito além de palavras.
.ser mãe é deixar os melhores rastros, na certeza de que eles não apenas serão seguidos, mas por vezes imitados.
.ser mãe, é descobrir nos filhos, características suas, que sequer havíamos dado conta.
. é o exemplo vigiado, pois filhos, lêem muito além das linhas, percebem nossas entrelinhas, através de nossos atos.
.ser mãe, é persistência, dia a dia... com sol ou chuva.
.é ser feliz, ainda que haja medo.
.é sorrir, mesmo que haja dificuldade.
.é levantar e embalar, ainda que o cansaço mental seja muito maior que o físico.
é ser feliz apesar dos pesares.
.é viver um sonho real, e como toda realidade, cheia de vírgulas.
.é ver nos filhos, pedaços da gente, reflexos de atos, espelho de atitudes, e ainda assim, um ser absolutamente diferente, único em sua essência.
.é assistir admirada, estes pequeninos seres terem pensamentos e idéias próprias, e aprender a conviver com elas.
.é saber não apenas que andam pelas próprias pernas, mas que andam muito bem.
.assim sou eu,                                                                          feliz...na dedicação diuturna de construir um futuro melhor, no hoje, vivendo o instante, pois, nada adianta querer construir um futuro esquecendo-se do agora!

15 de mai de 2010

         Assumo: Sou uma mãe babona...


Adoro o meu filho.
Ele é a minha vida.
É quem mais amo nesta vida.
A ele entrego o meu coração, os meus sentimentos.
Assumo: A ele e só a ele entrego o meu coração.
Assumo, que sinto a falta dele quando não está perto de mim.
Assumo que me sinto perdido, sem a sua âncora, o seu sorriso, os seus beijos que me fazem tremer.
Ele é uma criança que me faz rir e chorar.
Dele ouço as palavras mais bonitas que posso ouvir e, acredita meu filho, que ouço muitas palavras, muitos discursos.…...
O mundo dele é lindo, belo. Como gostava de viver o seu mundo….
Ontem dizia-me: “Sabes que  qdo crescer qro ser um pouquinho astronauta.Eu logo lhe disse:astronauta filho?Claro mamãe p mim ver o mundo lá de cima!
Fiquei desarmado. Sem capacidade dizer uma só palavra. O meu filho consegue deixar-me sem resposta, porque quando os sentimentos têm magia, a nossa resposta só pode ser…
Um sorriso.

Da mãe...

MINHA VÓ É ASSIM...

Definição de Avó...essa aí da foto é a vó do Pedrinho!


Artigo redigido por uma menina de 8 anos e publicado no Jornal Cartaxo a propósito do Dia dos Avós.

Uma Avó é uma mulher que não tem filhos, por isso gosta dos filhos dos outros.
As Avós não têm nada para fazer, é só estarem ali.
Quando nos levam a passear, andam devagar e não pisam as flores bonitas nem as lagartas.
Nunca dizem "Despacha-te!"
Normalmente são gordas, mas mesmo assim conseguem apertar-nos os sapatos.
Sabem sempre que a gente quer mais uma fatia de bolo ou uma fatia maior.
As Avós usam óculos e às vezes até conseguem tirar os dentes.
Quando nos contam histórias, nunca saltam bocados e nunca se importam de contar a mesma história várias vezes.
As Avós são as únicas pessoas grandes que têm sempre tempo.
Não são tão fracas como dizem, apesar de morreram mais vezes do que nós.
Toda a gente deve fazer o possível por ter uma Avó, principalmente se não tiver televisão.
O meu filho é a minha alegria, o meu grande amor, a minha felicidade.


Como dizia Pessoa: "Posso ter defeitos, viver ansiosa e ficar irritada algumas vezes, mas não esqueço que minha vida é a maior empresa do mundo, e que posso evitar que ela vá a falência. Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise. Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história. É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma. É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida. Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos. É saber falar de si mesmo."
Ser feliz é tudo isto e muito mais. Ser feliz é nunca deixar de falar do meu filho....mais não seja, porque ele é a minha felicidade.

DA MÃE...

8 de mai de 2010

Anatomia das Mães | Um estudo sobre o INSTINTO MATERNO

Anatomia das mães, além do coração materno Aparentemente, as mães assemelham-se a qualquer outro ser do sexo feminino. Mas não é bem assim!…

                                                     
A partir do momento em que são mães, a maioria das mulheres começa a manifestar características únicas e muito especiais. Conheça aqui algumas…

Olhos                                                                                                                                                       Os olhos da mãe podem ser de qualquer cor e devem ser capazes de ver o que mais ninguém vê. Duma maneira geral, a expressão dos olhos deve ser suave e amistosa, mas deverá ter a capacidade de “soltar faíscas” nos momentos certos. Uma ferramenta tipicamente usada por todas as mães, independentemente da cultura de cada país, são os “olhos atrás das costas”.


Ouvidos
Os ouvidos das mães devem estar preparados para todas as eventualidades 24 horas por dia. Devem ser capazes de ouvir um bebé choramingar na outra ponta da casa ou de escutar os cochichos da filha adolescente com as amigas. Devem ainda ter potência suficiente para aguentar a música dos Patinhos ou a birra de uma criança que quer um brinquedo. No entanto, é importante que estejam mal sintonizadas para as más disposições dos filhos mais rebeldes.


Nariz
Ah, o nariz!… Capaz de cheirar uma fralda recheada a 50 metros! Até agora, não há provas de que a teoria do “maior é melhor” funcione neste caso. Algumas mães têm narizinhos muito pequeninos que parecem não funcionar, mas que na realidade conseguem “cheirar” quantos cigarros fumou o seu filho adolescente. Mas o nariz da mãe também tem sempre o prazer de cheirar os ramos de flores oferecidos pelos filhos.


Boca
Além da sua localização na entrada do aparelho digestivo, que permite que as mães estejam sempre bem alimentadas e saudáveis, a boca tem outras características muito importantes. Deve ser capaz de cantar uma suave canção de embalar sem sair do ritmo e de conversar durante horas a fio. Dela devem sair palavras meigas e bonitas e muitos conselhos. A única regra absoluta é que nunca, mas mesmo nunca deve ser usada para insultar, desmentir ou humilhar uma criança. A mãe até pode estar zangada, mas a agressão verbal é totalmente proíbida. Por outro lado, um requisito absolutamente obrigatório em qualquer boca de mãe é conseguir dar milhões de beijinhos aos seus filhotes e de, desta forma, curar qualquer dor, desde um arranhão a um desgosto amoroso.


Peito
A sua primeira tarefa em relação aos filhos é fornecer-lhes alimento e aí são verdadeiras máquinas de leite, independentemente do seu tamanho ou forma. Possuem ainda uma função aconchegante, o que faz com que todos os bebés adormeçam com facilidade no colo da mãe.



Barriga

Este é o primeiro lar de todas as crianças. Conhecida pelas suas características interiores bastante aconchegantes, a barriga da mãe continua a ter algumas utilidades mesmo depois do nascimento. Juntamente com o peito, é o lugar preferido dos mais pequenos para valentes sonecas.



Costas
Se bem que na sociedade ocidental não é assim tão comum, nalgumas culturas as costas da mãe são utilizadas como meio de transporte dos mais pequenos. No entanto, as barreiras culturais são ultrapassadas com a expressão “carregar o mundo às costas”, usada por todas as mães a nível universal.



Braços
Devem ser fortes para carregar os filhos ao colo, para transportar os sacos das fraldas e todo o tipo de tralhas. Todas as mães têm mil e um braços invisíveis que chegam a todo o lado e a todos os filhos ao mesmo tempo. De entre as suas inúmeras funções, são indispensáveis para adormecer uma criança e principalmente para dar xi-corações.



Mãos
Complementos importantíssimos localizados na extremidade dos braços. Servem para tudo e mais qualquer coisa. Uma das suas principais funções é fazerem festinhas sem se cansarem. Apesar de estar expressamente proíbida a sua utilização para fins violentos, são por vezes úteis na administração de uns leves açoites…



Coração
É, sem dúvida, o orgão mais importante de qualquer mãe. Apesar de não estar à vista (ainda bem!!) é o que tem mais manifestações exteriores. Quando combinado com os outros orgãos verificam-se resultados surpreendentes. Apresenta uma particularidade interessante: ainda que a sua dimensão seja relativamente reduzida, todos dizem que “o coração de uma mãe é do tamanho do Mundo”!