Hoje... 5 aninhos do Pedro Lucas
E a festa continua dia 12/12
"Nasci em nove de novembro de 2005, no meio da manhã de uma quarta-feira. Quem escreve aqui por mim é a minha mãe, por enquanto, que achou legal eu contar o que eu estou sentindo, vendo, descobrindo, inclusive desde um pouco antes de eu estrear neste mundão"
9 de nov. de 2010
7 de nov. de 2010
6 de nov. de 2010
Comigo foi assim...Mas 5 anos se passaram, Pedro cresceu e eu aprendi muita coisa boa!
Ser mãe é o mesmo que crescer e amadurecer em escala geométrica. E esse desenvolvimento começou para mim a partir do momento em que o exame de gravidez deu positivo. Afinal, ali começava uma jornada em que eu, com 22 anos de idade, começava a gerar uma outra vida dentro de mim. Meu primeiro pensamento: por que aconteceu comigo? Afinal, estava começando minha vida profissional, ficando apenas, em plena época das baladas. Ou seja, não imaginava que uma gravidez ocorreria naquele momento de minha vida.
E quanto aos protagonistas da história? Eu, com 22 e o pai com 21, vivendo momentos de inúmeras dúvidas, afinal ser pai e mãe significa, entre outras coisas, educar, preparar aquele pequeno ser para uma vida, ou seja, uma tarefa muito séria. E isso assusta, pois éramos dois jovens , começando a vida. Acredito que ainda nem nos conhecíamos o suficiente como casal e naquele momento nos víamos no papel de pais. Tudo por causa de uns remedinhos que eu esqueci... E eu, na ingenuidade, não fiquei preocupada, afinal na semana seguinte tudo acabaria bem... Me enganei... Um dia nada, no outro também. E daí tudo começou...
Começaram a partir daí os questionamentos, as dúvidas, o medo e a insegurança. Como contar para as pessoas? Será que eu iria sofrer algum tipo de discriminação? Se bem que eu nunca me preocupei com o que as pessoas iriam falar. Mas percebia que eu chamava atenção em todos os lugares em que ia, ao consultório do meu médico (sim, também começavam os inúmeros exames, consultas). Confesso que não foi fácil me adaptar nos nove meses de gravidez, pois mesmo com o apoio dos amigos, havia sempre aqueles que faziam comentários. Mas em nenhum momento pensei em interromper a gravidez. Assumi meu papel de mãe e assim teria que ser
O sentimento de gerar uma vida é uma experiência única. Seu filho mexendo, os chutes, o coração batendo no ultra-som... Os nove meses são recheados de surpresas, umas boas, outras nem tanto. Um fato, que ficou muito marcado na minha memória foram os exames de ultra-som, pois sempre tinha a sensação de estar sempre abraçada por meu filho,talvez pela maneira que ele entrelaçava as mãozinhas na minha barriga.
E, eis que no mês de novembro do ano de 2005, meu filho chegou... O nascimento foi muito emocionante. Ver a carinha de um ser que viveu dentro de você, é mágico. Confesso que os primeiros dias, chorei diversas vezes, vivendo a contradição de ter alguém tão dependente e ligado a mim e torná-lo um ser seguro e independente. O amor que sinto não consigo explicar, acredito que só quem é mãe pode entender... Agora, eram diferentes. Eu não estava mais sozinha, pois além de mim, tinha mais pessoa para cuidar... E é uma surpresa atrás da outra. Cuidar do filho, estudar enquanto amamenta, não dormir a noite nem de dia... Isso é ser mãe.
Nesses Cinco anos aprendi que a partir do momento em que seu filho nasce, nossa vida divide-se em dois. Pois, por muitas vezes esqueço de mim mesma e passo a viver para meu filho. Amadureci em todos os sentidos. E pretendo proporcionar o melhor para o futuro do meu filho e isso vai me fazer batalhar muito. Recebi muito amor de meus pais e é dessa forma que pretendo educar meu filho. E, olhando para trás, não faria nada diferente do que fiz. A vida me colocou meu filho no meu caminho para me transformar numa pessoa melhor de todas as maneiras. Hoje vivo para ele...
Hoje,não penso em ter outros filhos, já que não é fácil criar e educar uma criança. Mas, como conselho às mulheres que no momento se vêem no mesmo papel: não se deixe abater, siga seu instinto materno e saiba que cada sorriso de seu filho é uma grande e eterna recompensa, pois sempre me diziam que, quando meu filho nascesse, a vida nunca seria a mesma. Concordo plenamente, pois alegria que tenho hoje é imensa.
Ser mãe é o mesmo que crescer e amadurecer em escala geométrica. E esse desenvolvimento começou para mim a partir do momento em que o exame de gravidez deu positivo. Afinal, ali começava uma jornada em que eu, com 22 anos de idade, começava a gerar uma outra vida dentro de mim. Meu primeiro pensamento: por que aconteceu comigo? Afinal, estava começando minha vida profissional, ficando apenas, em plena época das baladas. Ou seja, não imaginava que uma gravidez ocorreria naquele momento de minha vida.
E quanto aos protagonistas da história? Eu, com 22 e o pai com 21, vivendo momentos de inúmeras dúvidas, afinal ser pai e mãe significa, entre outras coisas, educar, preparar aquele pequeno ser para uma vida, ou seja, uma tarefa muito séria. E isso assusta, pois éramos dois jovens , começando a vida. Acredito que ainda nem nos conhecíamos o suficiente como casal e naquele momento nos víamos no papel de pais. Tudo por causa de uns remedinhos que eu esqueci... E eu, na ingenuidade, não fiquei preocupada, afinal na semana seguinte tudo acabaria bem... Me enganei... Um dia nada, no outro também. E daí tudo começou...
Começaram a partir daí os questionamentos, as dúvidas, o medo e a insegurança. Como contar para as pessoas? Será que eu iria sofrer algum tipo de discriminação? Se bem que eu nunca me preocupei com o que as pessoas iriam falar. Mas percebia que eu chamava atenção em todos os lugares em que ia, ao consultório do meu médico (sim, também começavam os inúmeros exames, consultas). Confesso que não foi fácil me adaptar nos nove meses de gravidez, pois mesmo com o apoio dos amigos, havia sempre aqueles que faziam comentários. Mas em nenhum momento pensei em interromper a gravidez. Assumi meu papel de mãe e assim teria que ser
O sentimento de gerar uma vida é uma experiência única. Seu filho mexendo, os chutes, o coração batendo no ultra-som... Os nove meses são recheados de surpresas, umas boas, outras nem tanto. Um fato, que ficou muito marcado na minha memória foram os exames de ultra-som, pois sempre tinha a sensação de estar sempre abraçada por meu filho,talvez pela maneira que ele entrelaçava as mãozinhas na minha barriga.
E, eis que no mês de novembro do ano de 2005, meu filho chegou... O nascimento foi muito emocionante. Ver a carinha de um ser que viveu dentro de você, é mágico. Confesso que os primeiros dias, chorei diversas vezes, vivendo a contradição de ter alguém tão dependente e ligado a mim e torná-lo um ser seguro e independente. O amor que sinto não consigo explicar, acredito que só quem é mãe pode entender... Agora, eram diferentes. Eu não estava mais sozinha, pois além de mim, tinha mais pessoa para cuidar... E é uma surpresa atrás da outra. Cuidar do filho, estudar enquanto amamenta, não dormir a noite nem de dia... Isso é ser mãe.
Nesses Cinco anos aprendi que a partir do momento em que seu filho nasce, nossa vida divide-se em dois. Pois, por muitas vezes esqueço de mim mesma e passo a viver para meu filho. Amadureci em todos os sentidos. E pretendo proporcionar o melhor para o futuro do meu filho e isso vai me fazer batalhar muito. Recebi muito amor de meus pais e é dessa forma que pretendo educar meu filho. E, olhando para trás, não faria nada diferente do que fiz. A vida me colocou meu filho no meu caminho para me transformar numa pessoa melhor de todas as maneiras. Hoje vivo para ele...
Hoje,não penso em ter outros filhos, já que não é fácil criar e educar uma criança. Mas, como conselho às mulheres que no momento se vêem no mesmo papel: não se deixe abater, siga seu instinto materno e saiba que cada sorriso de seu filho é uma grande e eterna recompensa, pois sempre me diziam que, quando meu filho nascesse, a vida nunca seria a mesma. Concordo plenamente, pois alegria que tenho hoje é imensa.
Pedro Lucas com 2 dias
![]() |
| Existem diferenças sim!Na idade,no tamanho,no jeito dele!Não no amor que sinto por esse meu pequeno,mas já notável em suas escolhas! |
Pedro Lucas com quase 5 anos
21 de out. de 2010
PARA QUEM É PAI/MÃE E PARA AQUELES QUE O SERÃO...
Há um período em que os pais vão ficando órfãos dos seus próprios filhos.
É que as crianças crescem independentes de nós, como árvores tagarelas e pássaros estabanados. Crescem sem pedir licença à vida.
Crescem com uma estridência alegre e, às vezes, com alardeada arrogância.Mas não crescem todos os dias de igual maneira. Crescem de repente.
Um dia sentam-se perto de você no terraço e dizem uma frase com tal maturidade que você sente que não pode mais trocar as fraldas daquela criatura.
Onde é que andou crescendo aquela danadinha que você não percebeu?
Cadê a pazinha de brincar na areia, as festinhas de
aniversário com palhaços e o primeiro uniforme do Maternal?
A criança está crescendo num ritual de obediência orgânica e desobediência civil. E você está agora ali, na porta da discoteca, esperando que ela não apenas cresça, mas apareça!
Ali estão muitos pais ao volante, esperando que eles saiam esfuziantes sobre patins e cabelos longos, soltos. Entre hambúrgueres e refrigerantes nas esquinas, lá estão nossos filhos com o uniforme de sua geração: incômodas mochilas da moda nos ombros.
Ali estamos, com os cabelos esbranquiçados.
Esses são os filhos que conseguimos gerar e amar, apesar dos golpes dos ventos, das colheitas,das notícias, e da ditadura das horas.
E eles crescem meio amestrados, observando e aprendendo com nossos acertos e erros. Principalmente com os erros que esperamos que não repitam.
Há um período em que os pais vão ficando um pouco órfãos dos próprios filhos. Não mais os pegaremos nas portas das discotecas e das festas.
Passou o tempo do ballet, do inglês, da natação e do judô.
Saíram do banco de trás e passaram para o volante de suas próprias vidas.
Deveríamos ter ido mais à cama deles ao anoitecer para ouvir sua alma respirando conversas e confidências entre os lençóis da infância, e os
adolescentes cobertores daquele quarto cheio de adesivos, pôsteres, agendas coloridas e discos ensurdecedores.
Não os levamos suficientemente ao Playcenter, ao Shopping, não lhes demos suficientes hambúrgueres e cocas, não lhes compramos todos os sorvetes e roupas que gostaríamos de ter comprado.
Eles cresceram sem que esgotássemos neles todo o nosso afeto.
No princípio subiam a serra ou iam à casa de praia entre embrulhos, bolachas, engarrafamentos, natais, páscoas, piscina e amiguinhos.
Sim, havia as brigas dentro do carro, a disputa pela janela, os pedidos de chicletes e cantorias sem fim. Depois chegou o tempo em que viajar com os pais começou a ser um esforço, um sofrimento, pois era
impossível deixar a turma e os primeiros namorados.
Os pais ficaram exilados dos filhos. Tinham a solidão que sempre desejaram, mas, de repente, morriam de saudades daquelas "pestes".
Chega o momento em que só nos resta ficar de longe torcendo e rezando muito (nessa hora, se a gente tinha desaprendido, reaprende a rezar) para que eles acertem nas escolhas em busca de felicidade.
E que a conquistem do modo mais completo possível.
O jeito é esperar: qualquer hora podem nos dar netos. O neto é a hora do carinho ocioso e estocado, não exercido nos próprios filhos e que não pode morrer conosco.
Por isso os avós são tão desmesurados e distribuem tão incontrolável carinho.
Os netos são a última oportunidade de reeditar o nosso afeto. Por isso é necessário fazeralguma coisa a mais, antes que eles cresçam.
"Aprendemos a ser filhos depois que somos pais. Só aprendemos a ser pais depois que somos avós..."(Affonso Romano de Sant'Anna
Por este garotinho ai viverei tudo isso...
Há um período em que os pais vão ficando órfãos dos seus próprios filhos.
É que as crianças crescem independentes de nós, como árvores tagarelas e pássaros estabanados. Crescem sem pedir licença à vida.
Crescem com uma estridência alegre e, às vezes, com alardeada arrogância.Mas não crescem todos os dias de igual maneira. Crescem de repente.
Um dia sentam-se perto de você no terraço e dizem uma frase com tal maturidade que você sente que não pode mais trocar as fraldas daquela criatura.
Onde é que andou crescendo aquela danadinha que você não percebeu?
Cadê a pazinha de brincar na areia, as festinhas de
aniversário com palhaços e o primeiro uniforme do Maternal?
A criança está crescendo num ritual de obediência orgânica e desobediência civil. E você está agora ali, na porta da discoteca, esperando que ela não apenas cresça, mas apareça!
Ali estão muitos pais ao volante, esperando que eles saiam esfuziantes sobre patins e cabelos longos, soltos. Entre hambúrgueres e refrigerantes nas esquinas, lá estão nossos filhos com o uniforme de sua geração: incômodas mochilas da moda nos ombros.
Ali estamos, com os cabelos esbranquiçados.
Esses são os filhos que conseguimos gerar e amar, apesar dos golpes dos ventos, das colheitas,das notícias, e da ditadura das horas.
E eles crescem meio amestrados, observando e aprendendo com nossos acertos e erros. Principalmente com os erros que esperamos que não repitam.
Há um período em que os pais vão ficando um pouco órfãos dos próprios filhos. Não mais os pegaremos nas portas das discotecas e das festas.
Passou o tempo do ballet, do inglês, da natação e do judô.
Saíram do banco de trás e passaram para o volante de suas próprias vidas.
Deveríamos ter ido mais à cama deles ao anoitecer para ouvir sua alma respirando conversas e confidências entre os lençóis da infância, e os
adolescentes cobertores daquele quarto cheio de adesivos, pôsteres, agendas coloridas e discos ensurdecedores.
Não os levamos suficientemente ao Playcenter, ao Shopping, não lhes demos suficientes hambúrgueres e cocas, não lhes compramos todos os sorvetes e roupas que gostaríamos de ter comprado.
Eles cresceram sem que esgotássemos neles todo o nosso afeto.
No princípio subiam a serra ou iam à casa de praia entre embrulhos, bolachas, engarrafamentos, natais, páscoas, piscina e amiguinhos.
Sim, havia as brigas dentro do carro, a disputa pela janela, os pedidos de chicletes e cantorias sem fim. Depois chegou o tempo em que viajar com os pais começou a ser um esforço, um sofrimento, pois era
impossível deixar a turma e os primeiros namorados.
Os pais ficaram exilados dos filhos. Tinham a solidão que sempre desejaram, mas, de repente, morriam de saudades daquelas "pestes".
Chega o momento em que só nos resta ficar de longe torcendo e rezando muito (nessa hora, se a gente tinha desaprendido, reaprende a rezar) para que eles acertem nas escolhas em busca de felicidade.
E que a conquistem do modo mais completo possível.
O jeito é esperar: qualquer hora podem nos dar netos. O neto é a hora do carinho ocioso e estocado, não exercido nos próprios filhos e que não pode morrer conosco.
Por isso os avós são tão desmesurados e distribuem tão incontrolável carinho.
Os netos são a última oportunidade de reeditar o nosso afeto. Por isso é necessário fazeralguma coisa a mais, antes que eles cresçam.
"Aprendemos a ser filhos depois que somos pais. Só aprendemos a ser pais depois que somos avós..."(Affonso Romano de Sant'Anna
Por este garotinho ai viverei tudo isso...
Dia da Criança!
Ser criança é sempre ver o lado positivo da vida.
É ter a imaginação fértil, é gostar de ver televisão, é correr, é brincar.
Ser criança é não se preocupar com o dia seguinte, é não ter contas para pagar.
Ser criança é criar um mundo só seu, sem defeitos, com muita guloseima e muitos bichinhos de estimação.
Ser criança é chegar do colégio e jogar as meias e a mochila em qualquer lugar e não se importar muito com a bronca dos pais.
Ser criança é comer pipoca, é levantar tarde, é lambuzar a cara comendo chocolate, é tirar meleca do nariz sem se importar com ninguém, é falar errado, é rir, rir alto, é cantar, é ver o céu sempre azul, é estar sempre com as roupas sujas, é querer comer sempre no McDonald´s, é viver cada minutinho de sua vida aproveitando o que ela tem de melhor.
Ser criança é ter medo do bicho-papão, é correr e se esconder atrás das portas, é esperar pelo presente do Papai Noel ... ser criança, é uma brincadeira sem fim.
Ser criança, é depois de um dia atarefado, deitar no colinho dos pais e adormecer, feito um anjinho, tendo a certeza de que eles sempre estarão ali do seu lado, para protegê-la e amá-la e ainda acreditar que o outro dia será sempre melhor que o anterior
É ter a imaginação fértil, é gostar de ver televisão, é correr, é brincar.
Ser criança é não se preocupar com o dia seguinte, é não ter contas para pagar.
Ser criança é criar um mundo só seu, sem defeitos, com muita guloseima e muitos bichinhos de estimação.
Ser criança é chegar do colégio e jogar as meias e a mochila em qualquer lugar e não se importar muito com a bronca dos pais.
Ser criança é comer pipoca, é levantar tarde, é lambuzar a cara comendo chocolate, é tirar meleca do nariz sem se importar com ninguém, é falar errado, é rir, rir alto, é cantar, é ver o céu sempre azul, é estar sempre com as roupas sujas, é querer comer sempre no McDonald´s, é viver cada minutinho de sua vida aproveitando o que ela tem de melhor.
Ser criança, é depois de um dia atarefado, deitar no colinho dos pais e adormecer, feito um anjinho, tendo a certeza de que eles sempre estarão ali do seu lado, para protegê-la e amá-la e ainda acreditar que o outro dia será sempre melhor que o anterior
18 de set. de 2010
Semana Farroupilha!
3 de set. de 2010
A espera da Semana Farroupilha,tchêe
E fez-se o Pampa, e Deus, com sua infinita bondade e sabedoria, colocou sobre este sonho verde um ser forte, que de peito aberto, fé e coragem, desbravou a terra e a transformou num país de sua gente. A este ser imponente, Deus deu o nome de... Gaúcho
28 de ago. de 2010
Felicidade...é ser mãe deste garoto lindo!
8 de ago. de 2010
Dia das Pais...vovô merece meu abraço!
Vô...
A vc que não me deu a vida,mas está me ensinando a vivê-la com dignidade
não bastaria um obrigado.
A vc que ilumina meus caminhos me mostrando o certoque ainda não sei
me ajudando a não ter medo e me mostrando um caminho cheio de esperanças
não bastaria um muito obrigado.
A vc que se doa inteiro,não deixando que nada de mal me aconteça
Não bastaria um muitíssimo obrigado!
A vc que está sempre junto a minha mãe ajudando no que precisamos,agradecemos a vc sempre!
Então vô te digo com muita emoção,te amo muito!
A vc que não me deu a vida,mas está me ensinando a vivê-la com dignidade
não bastaria um obrigado.
A vc que ilumina meus caminhos me mostrando o certoque ainda não sei
me ajudando a não ter medo e me mostrando um caminho cheio de esperanças
não bastaria um muito obrigado.
A vc que se doa inteiro,não deixando que nada de mal me aconteça
Não bastaria um muitíssimo obrigado!
A vc que está sempre junto a minha mãe ajudando no que precisamos,agradecemos a vc sempre!
Então vô te digo com muita emoção,te amo muito!
7 de ago. de 2010
Tal Mãe, Tal Filha...
Escrever sobre ser mãe foi para mim uma viagem interior.
Em alguns momentos vi a filha que fui e em outros a mãe que sou hoje.
Lembrei-me de que, quando era adolescente, dizia que jamais seria igual à minha mãe. Esta era a minha frase predileta e a de muitas adolescentes iguais a mim.
Tínhamos horror daquele jeito antigo que elas tinham de ser e continuávamos firmes em nossa convicção de que, quando nos tornássemos mães, seríamos totalmente diferentes das nossas.
De filhas passamos a ser mães e com a chegada do nosso primeiro filho, nossa primeira atitude foi a de recorrermos àquela senhora "quadrada", "antiga", "chantagista"e graças a Deus nossa MÃE.
E assim, fomos obrigadas a admitir que em muitas coisas elas estavam certas.
Dizem que ser mãe é doar-se sem esperar nada em troca, puro engano!
Nós, mães esperamos sim um retorno por tudo que fizemos pelos nossos filhos. Esperamos que eles nos amem também, que nos retornem os beijos e abraços que nunca cansamos de dar-lhes:que retornem nosso investimento,sendo independentes e responsáveis.
Acham que estou pedindo muito? Não, na verdade isto é pouco tendo em vista as cobranças que caem sobre nossas costas de mães.
E, aproveito a oportunidade para alertar os filhos de que nós mães, não somos de FERRO, nem INESGOTÁVEIS.
Também precisamos de atenção, de carinho, de amor,de colo, de um "bom dia"mais afetuoso, de um beijo inesperado.
Também precisamos abastecer nosso reservatório afetivo. Ter filhos é o ponto de reencontro com nossas mães, o recomeço, enfim a retomada do fio da meada que perdemos nos descaminhos de nossas vidas.
Ontem nossas mães se preocupavam conosco porque queríamos brincar nas ruas, hoje nos preocupamos com nossos filhos porque eles não desgrudam da tv,do computador.
Ontem nossas mães se preocupavam com nossa reputação de boas moças,hoje temos que aceitar que nossos filhos não namoram,"FICAM".
Ontem nossas mães se preocupavam com os cigarros, hoje tememos o envolvimento dos nossos filhos com a maconha, cocaína e o crack. Antigamente, baseadas num modelo rígido de educação, todas as mães seguiam a mesma cartilha.
Atualmente, ficamos atônitas por tantas mudanças, lidamos com situações novas a cada dia, sem termos um modelo a seguir e nem experiência nas quais possamos nos apoiar.
Realmente, ser mãe nunca foi fácil, mas parece que a cada dia que se passa, esta tarefa se torna cada vez mais difícil. Ao ver minha filho pequeno dizer que sou chata, aceito e deixo-a em sua ingenuidade acreditar nisso, pois só quando ela estiver com seu filho nos braços e o coração cheio de amor é que perceberá o quanto está enganado... Eu AGUARDO!!!
Em alguns momentos vi a filha que fui e em outros a mãe que sou hoje.
Lembrei-me de que, quando era adolescente, dizia que jamais seria igual à minha mãe. Esta era a minha frase predileta e a de muitas adolescentes iguais a mim.
Tínhamos horror daquele jeito antigo que elas tinham de ser e continuávamos firmes em nossa convicção de que, quando nos tornássemos mães, seríamos totalmente diferentes das nossas.
De filhas passamos a ser mães e com a chegada do nosso primeiro filho, nossa primeira atitude foi a de recorrermos àquela senhora "quadrada", "antiga", "chantagista"e graças a Deus nossa MÃE.
E assim, fomos obrigadas a admitir que em muitas coisas elas estavam certas.
Dizem que ser mãe é doar-se sem esperar nada em troca, puro engano!
Nós, mães esperamos sim um retorno por tudo que fizemos pelos nossos filhos. Esperamos que eles nos amem também, que nos retornem os beijos e abraços que nunca cansamos de dar-lhes:que retornem nosso investimento,sendo independentes e responsáveis.
Acham que estou pedindo muito? Não, na verdade isto é pouco tendo em vista as cobranças que caem sobre nossas costas de mães.
E, aproveito a oportunidade para alertar os filhos de que nós mães, não somos de FERRO, nem INESGOTÁVEIS.
Também precisamos de atenção, de carinho, de amor,de colo, de um "bom dia"mais afetuoso, de um beijo inesperado.
Também precisamos abastecer nosso reservatório afetivo. Ter filhos é o ponto de reencontro com nossas mães, o recomeço, enfim a retomada do fio da meada que perdemos nos descaminhos de nossas vidas.
Ontem nossas mães se preocupavam conosco porque queríamos brincar nas ruas, hoje nos preocupamos com nossos filhos porque eles não desgrudam da tv,do computador.
Ontem nossas mães se preocupavam com nossa reputação de boas moças,hoje temos que aceitar que nossos filhos não namoram,"FICAM".
Ontem nossas mães se preocupavam com os cigarros, hoje tememos o envolvimento dos nossos filhos com a maconha, cocaína e o crack. Antigamente, baseadas num modelo rígido de educação, todas as mães seguiam a mesma cartilha.
Atualmente, ficamos atônitas por tantas mudanças, lidamos com situações novas a cada dia, sem termos um modelo a seguir e nem experiência nas quais possamos nos apoiar.
Realmente, ser mãe nunca foi fácil, mas parece que a cada dia que se passa, esta tarefa se torna cada vez mais difícil. Ao ver minha filho pequeno dizer que sou chata, aceito e deixo-a em sua ingenuidade acreditar nisso, pois só quando ela estiver com seu filho nos braços e o coração cheio de amor é que perceberá o quanto está enganado... Eu AGUARDO!!!
Mas de quem é essa pessoinha linda?
Dizem que quando nossos filhos crescem eles criam asas e voam...Concordo plenamente com isso!Errado seria se ter os filhos achando que serão pra gente a vida toda.Engana-se quem pensa assim!E decepciona-se também,qdo aparece a primeira namoradinha e "leva da gente".Na verdade não leva,mas acabamos ganhando uma filha ou um filho a mais isso sim.Mas p mim que tenho meu pequeno de apenas 4 anos e 9 meses,a resposta que caberia a esta pergunta seria exatamente esta:
Mas de quem é essa pessoinha linda?
Por enquanto é da mamãe!
Fotos da pessoinha linda!
Mas de quem é essa pessoinha linda?
Por enquanto é da mamãe!
Fotos da pessoinha linda!
20 de jul. de 2010
16 de jul. de 2010
Um menino ,um garoto...já se define a personalidade de Pedro!
Desde que nasceu já percebi os traços que mais marcavam:birra ,insistência por determinadas coisas e opinião em tudo que gostava ou não.Hoje com quase 5 anos vejo claramente o menino que tenho em casa.Personalidade forte,humor inconstante,teimosia para suas decisões e pq naum dizer um garoto que sabe se impor.Mas também o lado doce,amoroso,cuidadoso e preocupado já é visivelmente claro.Fico me perguntando...Será este o homem Pedro Lucas do futuro?Com opiniões formadas,palavras sempre prontas para uma resposta,sonhos elaborados para o futuro,apaixonados por carros,gostos difíceis e muitas vezes estranhos ou as vezes simplesmente uma criança normal,com birras,teimosias e travessuras..Este é o Pedrinho !Meu amor,minha vida,meu porto seguro,meu tesouro,meu filho que tanto amo!
23 de jun. de 2010
Amor da minha vida...
Meu filho
Tão menino, tão criança
O meu céu, minha esperança
Meu motivo de canção
Você que enfeitou meu paraíso
Que deu vida ao meu sorriso
É só teu meu coração
Meu filho,
Meu amigo verdadeiro
Meu pequeno companheiro
Eu preciso de você
Meu filho,
Meu amor, meu pensamento
Minha vida, meu momento
Meu motivo de viver
A minha vida era tão vazia
Mas depois daquele dia
Tudo se modificou
Você surgiu e trouxe a alegria
A paz que eu tanto queria
Encontrei só em você
14 de jun. de 2010
9 de jun. de 2010
Desenhos lindos...
AQUARELA Numa folha qualquer eu desenho um sol amarelo
e com cinco ou seis retas é fácil fazer um castelo.
corro o lápis em torno da mão e me dou uma luva,
e se faço chover, com dois riscos tenho um guarda-chuva.
Se um pinguinho de tinta cai num pedacinho azul do papel,
num instante imagino uma linda gaivota a voar no céu.
vai voando, contornando a imensa curva norte e sul,
vou com ela, viajando, havai, pequim ou istambul.
pinto um barco a vela branco, navegando, é tanto céu e mar num beijo azul.
Entre as nuvens vem surgindo um lindo avião rosa e grená.
tudo em volta colorindo, com suas luzes a piscar.
basta imaginar e ele está partindo, sereno, indo,
e se a gente quiser ele vai pousar.
Numa folha qualquer eu desenho um navio de partida
com alguns bons amigos bebendo de bem com a vida.
de uma américa a outra consigo passar num segundo,
giro um simples compasso e num círculo eu faço o mundo.
Um menino caminha e caminhando chega no muro
e ali logo em frente, a esperar pela gente, o futuro está.
e o futuro é uma astronave que tentamos pilotar,
não tem tempo nem piedade, nem tem hora de chegar.
sem pedir licença muda nossa vida, depois convida a rir ou chorar.
Nessa estrada não nos cabe conhecer ou ver o que virá.
o fim dela ninguém sabe bem ao certo onde vai dar.
vamos todos numa linda passarela
de uma aquarela que um dia, enfim, descolorirá.
Numa folha qualquer eu desenho um sol amarelo (que descolorirá).
e com cinco ou seis retas é fácil fazer um castelo (que descolorirá).
giro um simples compasso e num círculo eu faço o mundo (que descolorirá).
e com cinco ou seis retas é fácil fazer um castelo.
corro o lápis em torno da mão e me dou uma luva,
e se faço chover, com dois riscos tenho um guarda-chuva.
Se um pinguinho de tinta cai num pedacinho azul do papel,
num instante imagino uma linda gaivota a voar no céu.
vai voando, contornando a imensa curva norte e sul,
vou com ela, viajando, havai, pequim ou istambul.
pinto um barco a vela branco, navegando, é tanto céu e mar num beijo azul.
Entre as nuvens vem surgindo um lindo avião rosa e grená.
tudo em volta colorindo, com suas luzes a piscar.
basta imaginar e ele está partindo, sereno, indo,
e se a gente quiser ele vai pousar.
Numa folha qualquer eu desenho um navio de partida
com alguns bons amigos bebendo de bem com a vida.
de uma américa a outra consigo passar num segundo,
giro um simples compasso e num círculo eu faço o mundo.
Um menino caminha e caminhando chega no muro
e ali logo em frente, a esperar pela gente, o futuro está.
e o futuro é uma astronave que tentamos pilotar,
não tem tempo nem piedade, nem tem hora de chegar.
sem pedir licença muda nossa vida, depois convida a rir ou chorar.
Nessa estrada não nos cabe conhecer ou ver o que virá.
o fim dela ninguém sabe bem ao certo onde vai dar.
vamos todos numa linda passarela
de uma aquarela que um dia, enfim, descolorirá.
Numa folha qualquer eu desenho um sol amarelo (que descolorirá).
e com cinco ou seis retas é fácil fazer um castelo (que descolorirá).
giro um simples compasso e num círculo eu faço o mundo (que descolorirá).
25 de mai. de 2010
Engraçado aquela frase..ser mãe é padecer no paraíso!
Desde pequena, achava muito estranha aquela frase: “Ser mãe é padecer no paraíso”!. E essa palavra “padecer” sempre me intrigou e sempre achei muito feia. Sempre sonhei e imaginei como seria minha vida como mãe. Um dia, o momento chegou. Quando descobri que estava gravida t”, tudo mudou completamente na minha vida. Foi um divisor de águas. Minha vida antes e depois de ser mãe. Toda a luta, todo o esforço, toda a vontade de viver bem e fazer desse mundo um lugar melhor. O sentido da vida se tornou claro pra mim naquele momento. E agora, estou aqui padecendo no paraíso, com meu “anjinho
Somente quando nos tornamos mães, aprendemos a amar incondicionalmente. Quando me tornei mãe, enxerguei minha mãe com outros olhos e percebi quantas mães existiam dentro dela. Percebi que ela tem um currículo de causar inveja a muita mulher com MBA, apesar de ter concluído o segundo grau com supletivo. Minha mãe sempre foi uma ótima psicóloga, descobria com o olhar se algo ia errado em nossas vidas. Era também excelente enfermeira, especializada em curar joelhos ralados. Advogada de primeira, sempre pronta a defender suas crias. Educadora sempre. Diplomata com grande sabedoria, sempre resolvia pacificamente meus conflitos com minha irmã. Médica honrada sabia qual o melhor remédio para nossas dores, mesmo sendo apenas dores da alma. Ela também era uma fantástica decoradora, sempre tinha um lugar especial para pendurar os quadrinhos que pintávamos na escola, as esculturas de argila, meio sem forma, que trazíamos orgulhosos da aula de educação artística. Sem falar nas toneladas de desenhos, arquivados. Mais recentemente descobri que é uma ótima Publicitária, adora fazer propaganda das filhas. Sem contar nas suas outras acumuladas funções: cozinheira, lavadeira, passadeira, etc.
Hoje me pego nas mesmas funções, exercendo os mesmos papéis. Deixando meu instinto de mãe falar mais alto. Hoje descobri que só aprendemos a ser filhos quando nos tornamos pais. Hoje meu currículo também começa a se tornar invejável. Mãe: período integral. Independente do que faço, meu trabalho, meu estudo, meu lazer, nada substitui o prazer, o privilégio e a maior função que podemos acumular: Ser mãe!
Ser mãe é ter que ver histórinhas em vez das novelas em um,e ter que levantar em um domingo bem cedo pra levar o filho pra um jogo de futebol ,ter que cumprir com o que prometeu, SER MÃE e um privilégio de Deus, é amar sem precisar dizer, é amar sem querer nada em troca.
Somente quando nos tornamos mães, aprendemos a amar incondicionalmente. Quando me tornei mãe, enxerguei minha mãe com outros olhos e percebi quantas mães existiam dentro dela. Percebi que ela tem um currículo de causar inveja a muita mulher com MBA, apesar de ter concluído o segundo grau com supletivo. Minha mãe sempre foi uma ótima psicóloga, descobria com o olhar se algo ia errado em nossas vidas. Era também excelente enfermeira, especializada em curar joelhos ralados. Advogada de primeira, sempre pronta a defender suas crias. Educadora sempre. Diplomata com grande sabedoria, sempre resolvia pacificamente meus conflitos com minha irmã. Médica honrada sabia qual o melhor remédio para nossas dores, mesmo sendo apenas dores da alma. Ela também era uma fantástica decoradora, sempre tinha um lugar especial para pendurar os quadrinhos que pintávamos na escola, as esculturas de argila, meio sem forma, que trazíamos orgulhosos da aula de educação artística. Sem falar nas toneladas de desenhos, arquivados. Mais recentemente descobri que é uma ótima Publicitária, adora fazer propaganda das filhas. Sem contar nas suas outras acumuladas funções: cozinheira, lavadeira, passadeira, etc.
Hoje me pego nas mesmas funções, exercendo os mesmos papéis. Deixando meu instinto de mãe falar mais alto. Hoje descobri que só aprendemos a ser filhos quando nos tornamos pais. Hoje meu currículo também começa a se tornar invejável. Mãe: período integral. Independente do que faço, meu trabalho, meu estudo, meu lazer, nada substitui o prazer, o privilégio e a maior função que podemos acumular: Ser mãe!
Ser mãe é ter que ver histórinhas em vez das novelas em um,e ter que levantar em um domingo bem cedo pra levar o filho pra um jogo de futebol ,ter que cumprir com o que prometeu, SER MÃE e um privilégio de Deus, é amar sem precisar dizer, é amar sem querer nada em troca.
Ser mãe...é tudo isso...
Ser mãe, é algo divino sem explicação, é um sentimento muito lindo que nos invade sem limites, um sentimento eterno que nos faz virar uma protetora incondicional.
É você amar alguém intensamente, mesmo sem ter visto o rostinho ou ter tocado nesse serzinho que você carrega em seu ventre e que ainda não lhe foi apresentado, mas que você já tem grande amor por ele.
Ser mãe, é você esperar nove meses por uma pessoinha, com a certeza que ela veio parta te fazer muito, muito feliz. É você vibrar há cada sorriso, há cada gesto novo que essa pessoinha virá a fazer, que para você será um momento mágico, será uma vitória para ele e para você, pois você fez parte desse instante.
Ser mãe, é você ficar admirando o sono de seu filho(a) e imaginando como será o seu futuro, e com os olhos cheio de lágrimas, você reza nesse momento para que tudo de certo em sua vida, e você sabe que essa pessoinha nem sempre vai poder estar bem protegida nos teus braços, por que em algum momento de sua vida ele terá que seguir sua vida e aprender a andar com suas próprias pernas.
Em fim! Ser mãe, é agradecer há Deus todos os dias, por ele ter dado a nós o dom divino de gerarmos o ser que nos fará a pessoa mais feliz do mundo e nós transformar nessa pessoa maravilhosa que é “mãe” palavra tão pequena com significado infinito.
E eu agradeço por tudo isso,todos os dias da minha vida!
Ser mãe, é algo divino sem explicação, é um sentimento muito lindo que nos invade sem limites, um sentimento eterno que nos faz virar uma protetora incondicional.
É você amar alguém intensamente, mesmo sem ter visto o rostinho ou ter tocado nesse serzinho que você carrega em seu ventre e que ainda não lhe foi apresentado, mas que você já tem grande amor por ele.
Ser mãe, é você esperar nove meses por uma pessoinha, com a certeza que ela veio parta te fazer muito, muito feliz. É você vibrar há cada sorriso, há cada gesto novo que essa pessoinha virá a fazer, que para você será um momento mágico, será uma vitória para ele e para você, pois você fez parte desse instante.
Ser mãe, é você ficar admirando o sono de seu filho(a) e imaginando como será o seu futuro, e com os olhos cheio de lágrimas, você reza nesse momento para que tudo de certo em sua vida, e você sabe que essa pessoinha nem sempre vai poder estar bem protegida nos teus braços, por que em algum momento de sua vida ele terá que seguir sua vida e aprender a andar com suas próprias pernas.
Em fim! Ser mãe, é agradecer há Deus todos os dias, por ele ter dado a nós o dom divino de gerarmos o ser que nos fará a pessoa mais feliz do mundo e nós transformar nessa pessoa maravilhosa que é “mãe” palavra tão pequena com significado infinito.
E eu agradeço por tudo isso,todos os dias da minha vida!
Assinar:
Postagens (Atom)













